quinta-feira, 26 de dezembro de 2013






Quando eu vi o tamanho da moça já não havia mais meio de voltar.
Olhando lá do fundo da vila, contra a luz da rua, sua silhueta cobria metade do portão.
Acionei o botão, ela entrou, devia pesar uns 120 quilos, eu já tinha uma garrafa de vinho na cabeça, nós rolamos pelo tapete empoeirado, pelo sofá, pelo colchão, uma duas três vezes e nunca mais eu acreditei naquela lenda de que só mulher de canela fina é que é boa de cama.







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